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  • Marcello Miranda Machado Filho

O PAPEL DO LÍDER

Claramente, os 3 quesitos (trabalho, trabalhador e local) são muito relevantes, porém se faz necessário acrescentar mais um ente envolvido nessas mudanças do ambiente corporativo, os líderes. Sim, estamos de falando de pessoas que também se encaixam dentro do conceito de trabalhadores, porém, por terem diferentes responsabilidades é interessante abordá-los em separado.





Os líderes no trabalho


Ao pensar sobre quais as mudanças que podem ocorrer na vida de um líder, optamos por seguir algumas dicas e orientações desenvolvidas pela PwC em um dos seus últimos relatórios sobre o futuro do trabalho. Claro, não existe uma receita de sucesso que garanta uma liderança efetiva no futuro, porém o objetivo aqui é instigar os líderes a criar a sua própria receita e partir para a ação.


1. Aja agora, depois pode ser tarde: não se trata de um futuro distante, a mudança já vem ocorrendo, nesse exato momento. E continuará a ser constante, pois cada vez que uma nova geração entra no mercado de trabalho, mais rápidas têm sido essas alterações.

2. Sem arrependimentos ao apostar: a vida não cabe dentro de um plano, assim como a sua empresa não cabe dentro de um quadrado fechado, cheio de regras. Entenda que você pode ter o controle até certo ponto, porque o futuro não é um ponto fixo, muito menos, estático. Imagine diferentes cenários e esteja pronto para a mudança, evolução. Não se arrependa das decisões, aprenda com elas, pois você terá que errar rápido e aprender ainda mais rapidamente. Saiba quando apostar e quando segurar suas apostas, mas não tenha medo, tenha dados e fatos para sustentar suas decisões.

3. Seja ousado, dê saltos maiores: não se limite ao seu ponto de partida. Você pode precisar de uma mudança radical, que vá além do que o pequeno passo que você está acostumado, inclusive tenha que se afastar do objetivo que tem agora, para poder ir mais longe.

4. Domine o debate sobre automação: a inteligência artificial (IA), automação e tecnologia afetarão todas as empresas e todos os profissionais. Antecipe-se a isso, não deixe que o RH ou o TI sejam os únicos a entenderem o que está acontecendo, eles podem ser o únicos capazes de resolver, mas não os únicos a conhecerem essa nova realidade. Hoje, uma compreensão profunda e uma visão perspicaz do cenário de mudança da tecnologia é uma obrigação dos líderes.

5. Foque em pessoas, não em vagas de empregos: talvez você tenha que descartar certos cargos que já não são necessários hoje em dia e está tudo bem, mas não descarte as pessoas que ocupam esses postos. Você não é responsável por manter cargos, mas pode fazer o esforço para manter as pessoas. Procure entender e se envolver nos processos de requalificação profissional, em desenvolver metodologias ágeis de trabalho e criar um ambiente de adaptabilidade dentro da sua organização.

6. Seja claro no seu discurso: as pessoas estão preocupadas com as suas funções, com o futuro do trabalho e com a substituição pela automação. Essa ansiedade mata a confiança delas na sua empresa e, consequentemente, a vontade de pertencer e buscar inovações. A forma como as pessoas se sentem em relação a isso afeta a empresa diretamente, então, faça esse assunto se tornar oficial, fale claramente sobre isso e ofereça possibilidades para as pessoas se adaptarem às mudanças tecnológicas na empresa.



O conteúdo faz parte da série produzida pela Insider sobre temas que envolvem o Futuro do Trabalho. O nosso objetivo é inspirar e apoiar as áreas de T&D na tomada de decisão sobre o Futuro da Aprendizagem. Quer saber como reinventar o processo de aprendizagem da sua empresa? Fale com a nossa equipe!




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